Residência Turtera no Jardim Ypê em Paulínia - 2002

Vista posteriorÉ do quintal onde a família Turtera organiza festas juninas ímpares, que se tem a vista mais interessante da edificação, com seus panos de cobertura intercalados com terraços e volumetrias variadas.

Esta obra teve uma data fixa para ser iniciada, meses depois do projeto realizado em 2002, mas não tem uma data prevista para ser encerrada, se depender do espírito criativo e pouco convencional de seu empreendedor. Uma das premissas quando este trabalho foi encomendado foi justamente deixar previsto, onde fosse possível, as alternativas para ampliações.

De fato, os desenhos iniciais relatavam uma casa simples, com apenas um dormitório. Porém, logo nas primeiras visitas ao terreno, percebeu-se que a declividade poderia ser usada em favor da economia no aterro, então a casa ganhou uma área de lazer abaixo do pavimento térreo. A solução para o telhado, baseada num grande pano caindo para frente, propiciou a inclusão de um sótão, usado como escritório, com excelente visão para o exterior.

Existe espaço e desejo para mais ampliações, que devem ocorrer junto com o crescimento familiar. Serão mais dormitórios e vagas no abrigo. Enquanto isso não ocorre, cada metro quadrado de grama plantado na área livre do local é bem aproveitado pelos amigos e parentes mais próximos, sempre juntos daquele que sabe que a felicidade não está numa etapa cumprida, mas no processo em si.

Fachada frontalDe frente, uma construção bem mais comportada, sendo difícil crer que se trata da mesma obra vista pelos fundos.

Jardim no recuoQuando se adentra ao lote, nota-se a laje em balanço complementada pelo beiral do telhado: uma solução adotada por este arquiteto para evitar o excesso de pilares expostos em alpendres e varandas.

Escada Santos DumontA escada baseada nos conceitos propostos por Santos Dumont comunica a sala de estar com um sótão, que corresponde ao terceiro nível da casa.

Cozinha planejadaComo bom descendente de italianos, Rodney mantém em sua cozinha vários objetos de apego pessoal. No detalhe, uma antiga caixa registradora, para guardar os trocados do cotidiano.

Paisagem bucólicaNo panorama a partir do terraço de madeira, junto à cozinha, pode-se observar a torre e reservatórios da Sabesp em meio a uma das poucas áreas rurais que restaram na malha urbana da cidade.

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Fontanário e Parque dos Servidores são autorizados para construir em Paulínia

A Quaresma dos cristãos tem início após encerradas as festas de Carnaval, quando muitos setores da nossa economia retomam a plenitude de suas atividades, indicando que o ano brasileiro começa na prática após a quarta-feira de cinzas. Para os proprietários de terrenos no Residencial Fontanário (oficialmente registrado como Gran Parque Hélio Miranda) e Parque dos Servidores, na cidade de Paulínia-SP, março de 2009 ficará marcado também como o período em que a prefeitura municipal finalmente permitiu a apresentação dos projetos das construções.

Para quem não dispõe de recursos próprios, esta informação representa a possibilidade de pleitear o financiamento da obra, bem como a retirada eventual do fundo de garantia, já que o projeto arquitetônico, devidamente assinado por profissional responsável técnico (arquiteto ou engenheiro civil) e aprovado pela prefeitura, é uma condição básica para que isso ocorra. Sem o projeto aprovado, não há como obter o alvará da construção e solicitar o habíte-se posteriomente, além providenciar a CND junto ao INSS, entre outros procedimentos.

O Parque dos Servidores é um loteamento aberto, próximo de empreendimentos em andamento, como os residenciais Yucatan e Villa Lobos (ambos loteamentos fechados) bem como a nova sede da Universidade São Marcos, ainda na fase de terraplanagem da gleba. Seus terrenos possuem dimensões acima da média no mercado paulinense, tanto em largura como em profundidade, se equiparando à empreendimentos voltados para a classe A, embora, como o nome diz, seja voltado para uma classe assalariada. Por ser um loteamento aberto, basta solicitar o boletim informativo de cada lote antes de protocolar o projeto na prefeitura.

Já o Residencial Fontanário é um loteamento fechado, que conta com regulamentos próprios e complementares às leis do município, obrigando, por exemplo, cada proprietário de lote a deixar uma área permeável de 20% do mesmo prevista no projeto da construção, quando o mínimo pedido pela prefeitura fica em 10%. Outra restrição imposta pela FTA, empresa que gerencia o Fontanário, se refere ao afastamento lateral de 1,50 metro em pelo menos uma divisa do terreno, onde o recuo frontal mínimo é de 4,00 metros. Antes de apresentar o projeto na prefeitura, deve-se também submeter os desenhos ao aval da empresa referida. A alegação para tanto, é que tais medidas favorecem a valorização do conjunto.


Veja também:

Cuidados com a documentação do imóvel

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