Guia Suno Dividendos: a estratégia para investir na geração de renda passiva

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O arquiteto e urbanista Jean Tosetto tornou-se escritor e editor em 2012, com a publicação do livro que conta a história do MP Lafer. Em 2015 desenvolveu, em parceria com o professor Ênio Padilha, um manual para arquitetos recém-formados. Já em 2017 ele foi convidado por Tiago Reis, fundador da Suno Research, para trabalhar no Guia Suno Dividendos, destinado aos investidores individuais no Brasil.

Reproduzimos, a seguir, o prefácio desta obra pioneira no mercado brasileiro, sobre a estratégia de investimentos em longo prazo para adeptos da renda variável.

A missão da Suno Research

A cada geração, uma parte da humanidade se compromete em deixar o mundo um lugar melhor do que encontrou. Este contingente populacional acredita que, para tanto, é preciso investir em inovações.

Foram as inovações promovidas pela humanidade, ora confundidas com descobertas, ora confundidas com invenções, que nos tiraram da Idade da Pedra e nos colocaram no olho do furacão da Era Digital.

Nos últimos séculos, quase todas as inovações científicas e tecnológicas foram difundidas pelas instituições empresariais, sejam elas privadas ou públicas, sejam elas visando lucros ou não.

Grande parte das empresas que promoveram inovações recorreu ao mercado de capitais para obter financiamentos para os seus projetos. Esta premissa continua válida.

Os países onde os mercados de capitais são mais desenvolvidos concentram também as empresas mais inovadoras do planeta. Nos Estados Unidos, milhões de pessoas investem suas economias nas Bolsas de Valores.

Grande parte dos norte-americanos obtém a independência financeira, ou o planejamento da aposentadoria, se associando com grandes empresas que movimentam a economia global.

São bombeiros, advogados, professoras, dentistas, e até zeladores que se convertem em investidores, atraindo empreendedores de várias origens, que encontram dificuldades de empreender em sua terra natal.

No Brasil, o mercado de capitais ainda é muito pequeno perto de sua capacidade plena. Menos de meio por cento da população brasileira economicamente ativa investe através da Bolsa de Valores de São Paulo.

A missão da Suno Research é justamente promover a educação financeira de milhares de pequenos e médios investidores em potencial. 

Como casa independente de pesquisas em investimentos de renda variável, a Suno quer demonstrar que os brasileiros podem se libertar do sistema público de previdência, através de investimentos inteligentes no mercado financeiro. 

O brasileiro também pode financiar a inovação, gerando divisas para seu país e se beneficiando dos avanços promovidos pela parceria entre investidores e empreendedores.

O investidor brasileiro em potencial ainda tem receio de operar em Bolsa. Vários são os mitos que o afastam do mercado de capitais, visto como um ambiente restrito aos especialistas e aos mais endinheirados.

A facilidade para realizar aplicações bancárias – embora pouco rentáveis – aliada com os conflitos de interesse de parte das corretoras de valores, que fornecem análises tendenciosas de investimento visando comissões com transações em excesso; são fatores que também afastam muita gente do mercado financeiro nacional.

Como agravante, a Suno tem em seu segmento de atuação empresas que fazem um jogo publicitário pesado, oferecendo promessas de enriquecimento que não se comprovam na realidade. Não existe enriquecimento rápido, mas tal possibilidade ocorre no longo prazo.

Através de seus artigos, análises de empresas e fundos imobiliários, vídeos, cursos – e agora também livros – a Suno vem para iluminar a relação do brasileiro com o mercado de capitais, que se não tem a solução para todos os problemas, é parte do esforço da humanidade para deixar este mundo melhor, através de investimentos em valores monetários, morais e éticos.


Veja também:

Residência Fernandes no Parque dos Alecrins em Campinas - 2013~2014

Na fachada desta casa, dois volumes se destacam do corpo central, criando um sistema derivado na cobertura de duas águas.
Na fachada desta casa, dois volumes se destacam do corpo central, criando um sistema derivado na cobertura de duas águas. 

A busca pelo bem estar leva parte das jovens famílias a investir na construção de residências em condomínios horizontais e loteamentos fechados, em contraposição aos apartamentos de edifícios adensados nas grandes cidades, onde o preço da praticidade é a ausência de um quintal para caminhar de pés descalços.

O Parque dos Alecrins é um loteamento fechado localizado na região norte de Campinas, entre a rodovia que liga a metrópole à Mogi Mirim e a estrada de ferro turística, por onde passam as locomotivas antigas entre a Estação Anhumas e Jaguariúna.

Trata-se de um área limítrofe entre a zona urbana e a zona rural do município, mesclando a tranquilidade com uma localização estratégica em relação aos serviços oferecidos no entorno, como shoppings, hospitais e universidades.

Pensando em criar os filhos - um menino e uma neném ainda em gestação - num ambiente mais saudável e protegido, o jovem casal nos procurou em função do nosso escritório ter realizado consultoria para a reforma do templo religioso que eles frequentavam.

No programa do projeto estava especificado uma suíte do casal no pavimento superior, mais três dormitórios simples servidos por um banheiro social: uma peça para cada criança e a terceira para hóspedes. Terraços descobertos foram adotados na solução da planta baixa.

A perspectiva a mão livre, desenvolvida na fase de estudos do projeto e aprovada pelo casal de contratantes.
A perspectiva a mão livre, desenvolvida na fase de estudos do projeto e aprovada pelo casal de contratantes.

O pavimento térreo conta com garagem coberta para dois automóveis e porta social pivotante com acesso frontal. Um escritório de caráter reversível em sala de TV ou dormitório é servido por um lavabo com chuveiro. As salas de estar e jantar são unificadas, com visão para uma escada em "L" diante da grande varanda aos fundos.

A cozinha e a lavanderia são isoladas das salas, embora acessíveis por uma porta de correr interna. O depósito e o banheiro externo ficam em posição bem discreta, longe da vista dos convidados em dia de festa. Ao todo, a residência conta com 248 m² num terreno de 390 m², com mais de 238 m² de área livre, em grande parte gramada.

A elevação posterior da residência salienta a área de lazer integrada com a sala de jantar, sob um dos dormitórios do pavimento superior.
A elevação posterior da residência salienta a área de lazer integrada com a sala de jantar, sob um dos dormitórios do pavimento superior.

Por contingências da rotina apertada que toma conta da nossa geração, somente em novembro de 2017 tivemos a oportunidade de fotografar a obra concluída, depois de acompanhar as principais fases da construção encerrada no segundo semestre de 2014.

Após três anos, eis que surgiu uma boa oportunidade para ver a família crescer e prosperar, e para renovar os votos de saúde e sucesso para aqueles que confiaram em nosso trabalho.

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Veja também:

Residência Joaquina no Residencial Paineiras em Paulínia - 2015~2017

Os componentes estruturais desta residência foram diluídos visualmente através da conformação arquitetônica que alargou a empena da sustentação lateral da garagem, rebaixando também o forro da laje, encobrindo o vigamento.
Os componentes estruturais desta residência foram diluídos visualmente através da conformação arquitetônica que alargou a empena da sustentação lateral da garagem, rebaixando também o forro da laje, encobrindo o vigamento.

Poderão os computadores substituírem os arquitetos um dia? Improvável. Os computadores não visitam terrenos e não captam os anseios subliminares daqueles que desejam construir. O ofício da Arquitetura requer várias ferramentas, mas é essencialmente humano.

Nosso escritório foi acionado para elaborar um estudo preliminar para o projeto de um sobrado no charmoso Residencial Paineiras, em Paulínia. Como não trabalhamos com dados abstratos, solicitamos uma vista ao terreno, para captar subsídios na tomada de decisões.

O que no levantamento topográfico parecia ser um lote quase plano, na realidade era uma área de esquina que se confrontava em declive com a rua lateral e aclive com a rua frontal. O desafio era encontrar o nível correto que permitiria minimizar a movimentação de terra para facilitar o acesso ao pavimento térreo, sem onerar o contratante na execução de taludes e muros de arrimo.

Felizmente encontramos a solução para o projeto, conciliando o programa de necessidades com as restrições físicas e regulamentares do local, de modo que desenvolvemos o trabalho completo, acompanhando a construção até o fim.

Nos projetos arquitetônicos convencionais, a planta da cobertura costuma ter escala reduzida. Porém, aqui a mesma foi detalhada na mesma proporção dos pavimentos térreo e superior.
Nos projetos arquitetônicos convencionais, a planta da cobertura costuma ter escala reduzida. Porém, aqui a mesma foi detalhada na mesma proporção dos pavimentos térreo e superior.

Nesta seção longitudinal do projeto, a região destacada em vermelho identifica o espaço coberto para a caixa de água, com altura suficiente para receber o sistema de aquecimento solar. Já a área em azul, sobre as telhas rebaixadas, é destinada para instalação da central do ar condicionado, preservando as fachadas do imóvel.
Nesta seção longitudinal do projeto, a região destacada em vermelho identifica o espaço coberto para a caixa de água, com altura suficiente para receber o sistema de aquecimento solar. Já a área em azul, sobre as telhas rebaixadas, é destinada para instalação da central do ar condicionado, preservando as fachadas do imóvel.

Esta residência de quase 279 m² fica num terreno de 359 m², sendo dividida em dois pavimentos. No térreo temos garagem coberta para dois carros e vagas para mais dois veículos no recuo frontal. A porta social pivotante dá acesso a um vestíbulo que interliga o lavabo, o escritório reversível, a escada e as salas de estar e jantar. Esta é agraciada com a visão da piscina, diante do lavabo externo da varanda gourmet, que por sua vez se comunica com a cozinha integrada à lavanderia e despensa.

No pavimento superior a escada chega numa galeria com visão para a sala de estar. Ela separa a suíte do casal - com grande closet e sanitário com banheira - das duas suítes convencionais. Todos os ambientes privativos contam com sacadas ou terraços exclusivos, acessíveis por portas de correr.

As salas de estar e jantar possuem ampla área de esquadrias que garantem a iluminação natural durante o dia. O pé-direito duplo é acompanhado por extensas janelas seteiras que integram o ambiente ao mezanino.
As salas de estar e jantar possuem ampla área de esquadrias que garantem a iluminação natural durante o dia. O pé-direito duplo é acompanhado por extensas janelas seteiras que integram o ambiente ao mezanino.

A largura dos beirais impede a visão da cobertura e da torre para caixa de água e ar condicionado, deixando o visual da obra mais limpo para aqueles que se aproximam da porta social.
A largura dos beirais impede a visão da cobertura e da torre para caixa de água e ar condicionado, deixando o visual da obra mais limpo para aqueles que se aproximam da porta social.

Este projeto foi desenvolvido em meados de 2015 e a construção percorreu todo o ano de 2016, adentrando em 2017. Seu ritmo lento é explicado pelos aportes mensais que o construtor empregou na obra, uma vez que ela não recebeu financiamento da parte de terceiros. Fosse o empreendedor alguém submetido à fria lógica dos computadores, e esta residência não teria sido erigida durante a recessão mais severa que o país já atravessou.

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Veja também:

Colaborações com a Suno Research

Clique na imagem para acessar os artigos publicados no site da Suno Research.
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Construir a casa própria é o sonho de muita gente. Quando alguém consegue realizar este objetivo, precisa continuar pensando no futuro. Uma das melhores formas de garantir a previdência e a segurança da família é investir no longo prazo através do mercado de capitais. Como? A Suno Research tem a resposta.

Por Jean Tosetto *

Em meu escritório de Arquitetura posso afirmar que 80% das pessoas que me procuram para desenvolver um projeto desejam construir a casa própria que é, de fato, um dos maiores investimentos que as famílias brasileiras de classe média podem fazer.

Há quem diga que financiar a compra de um imóvel - ou construir a casa própria - não seja uma boa ideia, alegando potenciais vantagens em pagar aluguel, por causa da mobilidade que isso proporciona, entre outros fatores.

Prefiro me fiar na palavra de autores de clássicos sobre educação financeira e investimentos para afirmar que, sim, construir a casa própria pode ser um ótimo investimento, embora toda a suspeição do mundo possa recair sobre meus ombros pelo fato de ser arquiteto.

O norte-americano George S. Clason, autor do best-seller "O homem mais rico da Babilônia" não era arquiteto, mas declarava que morar na própria residência era uma questão de equilíbrio emocional, além da segurança que um teto oferece.

Já o brasileiro Décio Bazin foi mais enfático, ao narrar um episódio em seu livro "Faça fortuna com ações antes que seja tarde" no qual ele orienta um jovem sobre a necessidade de ter a casa própria antes de comprar as primeiras ações.

Luiz Barsi Filho, o maior investidor pessoa física do Brasil, com mais de 1 bilhão de reais girando na Bolsa de Valores de São Paulo, concorda com Bazin. Warren Buffett, simplesmente o maior investidor da história, com dezenas de bilhões de dólares acumulados, mora na mesma casa em Omaha, no interior dos Estados Unidos, desde a década da 1950.

Com tantos anos dedicados ao ofício de projetar casas próprias, era natural que eu me interessasse por investimentos e pelo mercado financeiro em linhas gerais. Conceitos como "margem de segurança", "planejamento" e "definição de metas" são comuns tanto no mercado de capitais como no mercado imobiliário.

Por trabalhar por conta própria, sem um salário fixo, sempre tive renda variável, literalmente. Desde cedo me preocupei em destinar corretamente os ganhos excedentes que pudessem me ajudar a enfrentar momentos de crise.

Venho fazendo isso por intermédio de investimentos na construção civil, mas também através da compra de ações de empresas de grande porte e cotas de fundos imobiliários consolidados. Destas ações e cotas obtenho renda passiva complementar através dos dividendos.

Gostaria de saber mais a respeito? Então tenho uma boa notícia: desde janeiro de 2017 venho colaborando com a Suno Research, uma casa independente de pesquisas sobre investimentos no mercado de capitais, direcionada para investidores de pequeno e médio porte.

Na Suno, escrevo artigos sobre "Value Investing" - investimento em valor - e resenhas de livros que tratam do tema, com o objetivo de passar para um público mais amplo que a independência financeira e a real aposentadoria estão ao alcance daqueles que conseguem poupar parte da sua renda.

Clique aqui para acessar o índice de artigos e boa leitura!

Jean Tosetto é arquiteto e urbanista formado pela FAU PUC de Campinas, com escritório próprio desde 1999. Autor e editor de livros, é adepto do “Value Investing”.

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