Guia Suno Dividendos é apresentado na Livraria Cultura

Leitores e escritores dialogam como se fossem amigos de longa data. [Foto: Emerson Castro]
Leitores e escritores dialogam como se fossem amigos de longa data.

Após ser lançado como e-book em dezembro de 2017, o Guia Suno Dividendos ganha versão impressa pela Editora CLA. As vendas iniciaram em setembro de 2018, mas o lançamento formal ocorreu um mês depois, num evento de alto valor simbólico para os envolvidos neste projeto literário.

Escrever é um ato solitário. Mesmo quando um livro é escrito em coautoria, isto não significa necessariamente que os dois autores se reúnem para escrever um livro juntos. O Guia Suno Dividendos é uma síntese do pensamento do Tiago Reis: ele me passou todos os pontos e coordenadas, feito um engenheiro civil que determina a seção de pilares e vigas de um edifício. Eu envelopei a estrutura feito um arquiteto, lhe dando o acabamento e a feição de um livro que, sem esforços complementares, jamais seria escrito.

Desde o princípio a intenção do Tiago era lançar o Guia Suno Dividendos na forma de e-book. Aceitei o desafio alimentando discretamente o desejo de ver o livro ganhando a versão impressa. Felizmente este também foi o desejo de muitos leitores que avaliaram positivamente a obra no site da Amazon.

Então começou a segunda etapa do trabalho, desta vez em parceria com Fabio Humberg, da Editora CLA. Passamos semanas desenvolvendo a versão impressa e evoluída do Guia Suno Dividendos, que contaria com o conhecimento técnico de alguém com experiência comprovada no mercado de livros, a ponto de conseguir reservar um espaço nobre na Livraria Cultura do Shopping Iguatemi em São Paulo para formalizar o lançamento da obra.

A jornada por uma breve noite

Depois de meses corridos de desenvolvimento, finalmente o grande dia chegou. A data 23 de outubro de 2018 será lembrada com carinho. Eu e o Tiago passamos mais de três horas recebendo amigos, parentes e leitores que se tornaram novos amigos. Foi uma experiência muito prazerosa e uma troca de ideias enriquecedora.

Passamos dias, semanas, meses trabalhando sozinhos. Então, tivemos a chance de estar com os leitores por um dia, ver seus rostos e saber um pouco de suas histórias. Fiquei impressionado com o interesse do Tiago em perguntar detalhes da trajetória de cada um, prestando atenção no que os nossos “irmãos em livro” falavam.

Não temos como apresentar todos aqui, mas apertamos a mão de estudantes universitários que passaram na livraria antes de seguir para a faculdade, jovens médicos iniciando a carreira em São Paulo; executivos que saíram tarde das empresas e nos visitaram antes de voltar para casa, advogados sempre muito bem vestidos e até uma jovem especialista em alfaiataria masculina, a Larissa, que ainda não fez seu primeiro aporte no mercado de capitais.

Soubemos do arquiteto Henrique que ele presta serviços para empresas do setor financeiro, e que ingressou na Bolsa de São Paulo após conversar com uma corretora durante uma reunião em pleno canteiro de obras. E pessoalmente descobri que o Tiago Reis já foi criança. Seu pai, Sergio, confidenciou que ele já tinha o desejo de empreender ainda na tenra idade, intencionando abrir uma padaria onde ele ficaria no caixa.


Tiago Reis, fundador da Suno Research; Danilo Bastos, coautor do Guia Suno Fundos Imobiliários e Jean Tosetto (quem?). [Foto: Renata Bastos]
Tiago Reis, fundador da Suno Research; Danilo Bastos, coautor do Guia Suno Fundos Imobiliários e Jean Tosetto (quem?).

Livros e seus encantamentos

O lançamento de um livro tem essa capacidade de reunir pessoas de crenças, culturas e origens diversas, permitindo que elas conversem como se fossem amigas de longa data. Leitores descobrem que escritores são pessoas de carne e osso, ficam com sede e tremem na hora de escrever uma dedicatória para um tio querido.

Por outro lado, escritores se sentem aliviados por saber que seus livros serão manuseados por gente como a gente, num gesto de admiração espontânea e recíproca. Eles não estão escrevendo para o vácuo do espaço sideral, mas para semelhantes com o sincero desejo de aprender – um desejo que leva o jovem Pedro a vir de Atibaia para São Paulo especialmente para participar do lançamento do livro.

Um casal de Brasília, de passagem pela cidade, esticou a estadia para conversar sobre investimentos com outros investidores, não apenas aqueles sentados atrás da mesa de autógrafos. Eles estavam fazendo networking? Sim. Porém, mais do que isso: estavam celebrando bons momentos que a vida reserva para quem gosta de livros.

De novo: dividir para multiplicar

Nossa cristalina vontade é que o Guia Suno Dividendos chegue até cada lar brasileiro, para que milhares de trabalhadores e suas famílias possam descortinar diante de si um universo de possibilidades para planejar o futuro em termos previdenciários, com crescente autonomia e independência frente aos sistemas públicos e privados de aposentadoria.

A estratégia de investir em empresas de capital aberto que pagam dividendos, bem como em fundos imobiliários que geram renda passiva consistente e regular, não oferece resultados imediatos e não evita plenamente os riscos inerentes dos aportes em renda variável. É preciso ter disciplina e paciência para superar eventuais adversidades através da diversificação das compras de ações e cotas, uma vez que provavelmente uma ou duas escolhas de uma carteira sensata produzirá resultados altamente positivos e compensadores no longo prazo.

O longo prazo pressupõe diversidade

Nosso livro foi concebido justamente focando no longo prazo e, ao menos em seu lançamento, ele foi parar em mãos de dois personagens cuja diferença de idade supera os setenta anos.

O menino Enzo Dorigon, de apenas onze anos, veio com seus pais. Ele fez questão de tirar uma foto com o Tiago Reis. Ao saber que eu também era autor do livro, veio me perguntar como aprender a escrever bem. Respondi que minha professora da escola primária pedia uma redação por semana para toda a sala de aula, mas para mim ela pedia duas. Portanto, a prática é aliada do tempo, e o tempo é o ativo mais precioso que temos. Sob este ponto de vista, o Enzo era o sujeito mais rico de toda a livraria naquela noite.

Se o tempo futuro é um ativo em potencial, uma história bem vivida revela um tipo de riqueza que nenhum governo pode confiscar ou tributar. É o caso do designer Percival Lafer. Aos 82 anos de idade, em plena atividade à frente da Lafer – tradicional marca de móveis articulados e cultuados internacionalmente – ele veio acompanhado por sua esposa, Branca, para prestigiar a iniciativa da Suno Research em seu esforço para levar educação financeira para cada vez mais pessoas.


Tiago Reis, Branca & Percival Lafer, Jean Tosetto: encontro de pessoas e livros. Foi o livro do MP Lafer que proporcionou ao seu autor ingressar no time da Suno Research. [Foto: Emerson Castro]
Tiago Reis, Branca & Percival Lafer, Jean Tosetto: encontro de pessoas e livros. Foi o livro do MP Lafer que proporcionou ao seu autor ingressar no time da Suno Research.

Dividendos e agradecimentos recorrentes

Reconheço em Enzo e Percival o perfil dos vencedores, que são aqueles que combinam a humildade de um garoto ávido por conhecimento, com a generosidade de alguém que já trinfou em seus intentos e, mesmo assim, não se faz de rogado. Ao registrar nossos agradecimentos para ambos, os estendemos para todos que fizeram do lançamento do Guia Suno Dividendos um ato simbólico de bem querer ao próximo.

Veja também:

Residência Vitanuova no Residencial Aurora em Paulínia - 2017~2018

Nem tudo que é simples é simplório. Esta fachada foi projetada para vencer os modismos através do tempo, abrindo mão dos adornos e emulando a pura geometria.
Nem tudo que é simples é simplório. Esta fachada foi projetada para vencer os modismos através do tempo, abrindo mão dos adornos e emulando a pura geometria.

A maneira de construir casas no Brasil está mudando conforme a troca de informações com outras culturas é facilitada por canais como a Internet. No entanto, há idiossincrasias com as quais somente os arquitetos locais conseguem lidar.

Houve um tempo no qual algumas famílias que desejavam construir uma casa térrea tinham algum receio de ver os vizinhos construindo sobrados ao lado. Isso resultaria numa construção que perderia o devido destaque na rua - não que isto seja fundamental numa moradia, mas é um aspecto psicológico, e mesmo mercadológico, que muitas pessoas consideram.

A solução para este impasse foi aumentar o pé-direito das construções. Em termos normais e até por exigência de leis, a altura mínima dos cômodos de residências em várias cidades do Brasil é de 2,5 metros. Em termos de conforto ambiental, um pé-direito entre 2,7 e 3 metros é o mais aconselhável. Mas ultimamente estamos vendo casas térreas com pé-direito de até 5 ou exagerados 6 metros.

Ocorre que se esta altura maior for padronizada para todos os cômodos de uma casa, grandes distorções visuais serão aferidas nas peças menores, especialmente os sanitários. Mesmo um banheiro de tamanho generoso, como 1,6 metro de largura por 3 metros de comprimento, poderá parecer pequeno se a altura dele for de mais de 4 metros.

Então, para atender o bom senso e preservar o desejo de conferir certa imponência numa casa térrea, muitos arquitetos tem trabalhado com alturas diferentes nas lajes. Geralmente se respeita uma altura padrão para a maior parte dos cômodos, ao passo que o conjunto das salas ganha um pé-direito maior.

É o que vemos nesta residência em Paulínia, construída no Residencial Aurora, onde o pé-direito básico gira em torno de 2,8 metros, com pequenas variações em função de degraus que separam áreas internas das externas, em contraponto ao pé-direito mais alto nas salas de estar e jantar. Neste caso a laje foi concretada com 4,6 metros de altura em relação piso acabado, permitindo o uso de forro rebaixado de gesso sem comprometer a sensação de espaço maior no conjunto.

Toda a casa tem pé-direito com 2,8 metros de altura, exceto nas salas de estar e jantar, onde a laje foi concretada numa altura de 4,6 metros em relação ao piso.
Toda a casa tem pé-direito com 2,8 metros de altura, exceto nas salas de estar e jantar, onde a laje foi concretada numa altura de 4,6 metros em relação ao piso.

A cozinha americana foi idealizada para promover a integração dos ambientes sociais, favorecendo ainda a iluminação natural e ventilação cruzada.

Programa essencial

Esta casa térrea possui tudo o que uma família de classe média necessita para viver com conforto, sem os excedentes que oneram o custo de manutenção do imóvel ao longo dos anos. Além da garagem coberta para dois carros temos a sala de estar e jantar unificadas num ambiente maior, acessível diretamente por uma porta social pivotante que ganha destaque na fachada.

A cozinha no estilo americano liga este setor social à lavanderia e ao corredor externo, comportando ainda uma despensa que alivia a necessidade de investir em armários para todo o perímetro do local. Um corredor privativo alimenta a suíte do casal, um banho social e dois dormitórios - um deles com um jardim de inverno exclusivo.

Nos fundos, temos a varanda com churrasqueira, aberta para o grande quintal resultante da área de construção compacta. Isso permitiu também que a área permeável do lote fosse superior a 20%, quando o mínimo exigido no município é de apenas 10%.

Na varanda de canto, nos fundos da residência, fica a churrasqueira servida por uma pia externa.
Na varanda de canto, nos fundos da residência, fica a churrasqueira servida por uma pia externa.

Reprodução do quadro de áreas do projeto aprovado na Prefeitura Municipal de Paulínia.
Reprodução do quadro de áreas do projeto aprovado na Prefeitura Municipal de Paulínia.

Áreas distintas

Sempre que possível entregamos os projetos residenciais observando a distinção das áreas da casa. Nós separamos o que é o corpo principal da residência propriamente dita da garagem, da varanda e da piscina, quando é o caso.

A razão para fazermos isso é garantir alguns descontos no momento em que os construtores das casas decidem fazer o acerto com a Receita Federal, fazendo o devido pagamento do INSS da mão de obra. Este acerto para obtenção da CND - passo anterior à averbação da obra na matrícula do lote - considera algumas variáveis como o padrão construtivo, o número de sanitários e o tipo de construção.

A Receita Federal concede descontos no cálculo do INSS para áreas especificadas como varanda, garagem e piscina, cobrando o valor integralmente apenas do corpo principal da casa. Esta regra vale em todo o território nacional. Portanto, mesmo que você não contrate nosso escritório, atente para que o escritório de sua cidade considere este aspecto.

Anterior - Próximo (breve em JeanTosetto.com)

Veja também:

Guia Suno Fundos Imobiliários: Introdução sobre investimentos seguros e rentáveis

Guia Suno Fundos Imobiliários: Introdução sobre investimentos seguros e rentáveis
Clique na imagem para acessar a loja da Amazon.

Jean Tosetto trabalha como arquiteto desde 1999. Em 2012 ele se tornou autor de livros. Após quatro lançamentos bem-sucedidos, em 2018 ele faz sua estreia como editor de outros autores: Marcos Baroni e Danilo Bastos. O resultado é o terceiro livro da coleção "Guia Suno" idealizada por Tiago Reis, com a apresentação de aspectos essenciais sobre os fundos imobiliários brasileiros.

Sinopse

Os fundos imobiliários mesclam a segurança associada aos investimentos conservadores em imóveis tradicionais com a rentabilidade que só os melhores ativos do mercado financeiro podem ofertar com previsibilidade e consistência.

Relativamente novos na Bolsa de São Paulo – ainda permitindo aos investidores colherem os benefícios reservados aos pioneiros – os fundos imobiliários democratizam o acesso de pessoas comuns às melhores oportunidades que os mercados imobiliário e financeiro podem oferecer.

Imóveis pertencentes a fundos imobiliários geralmente dialogam com grandes metrópoles e grandes estruturas de transporte, como rodovias e entornos de portos e aeroportos. O que aumenta o desafio em analisar tais fundos é que as cidades não são estáticas: elas evoluem com o passar do tempo, assim como a infraestrutura de um país.

O investimento em fundos imobiliários representa uma jornada de várias milhas. O sucesso de quem investe nesta modalidade de renda variável está diretamente relacionado ao conhecimento prático e experiência: atributos que só podem ser obtidos com análises e acompanhamentos constantes dos ativos presentes em sua carteira.

O principal objetivo deste livro, portanto, é ajudar o investidor em seu momento mais difícil, que é vencer a inércia da imobilidade para começar a aportar recursos nos fundos geradores de renda passiva ou de ganhos de capital.

Sobre os autores

O professor Marcos Baroni (1978) é formado em Tecnologia da Informação e pós-graduado em Educação. Em 1998 começou a lecionar em cursos de graduação e MBA nas áreas de Gestão de Projetos e Processos, iniciando também seus investimentos no mercado financeiro. Desde 2008 leva conhecimento por várias cidades do Brasil sobre como conquistar a independência financeira com foco em fundos imobiliários.

Danilo Bastos (1980) é aviador profissional desde a virada do milênio: avaliar riscos e priorizar a segurança são procedimentos imperativos em seu cotidiano. Ele ingressou como investidor individual no mercado financeiro no ano de 2002 e atualmente investe principalmente em fundos imobiliários. É pós-graduando em Mercado de Capitais com extensão em Investimentos Imobiliários e possui graduação em Finanças. 

Sobre o editor

Jean Tosetto (1976) é arquiteto e urbanista graduado pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Tem escritório próprio desde 1999. O autor e editor de livros é adepto do Value Investing e colabora com a Suno Research desde janeiro de 2017.

Sobre o criador do Guia Suno

Tiago Reis (1985) é formado em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas em São Paulo. Acumula experiências no mercado financeiro desde 2001 e foi sócio-fundador da Set Investimentos. Fundou a Suno Research em outubro de 2016.


Veja também:


Adagenir e a luz da colheita - 2018

"A luz da colheita", de 2018, foi o quadro que escolhemos para enriquecer o nosso acervo, pela identificação com as influências do Impressionismo de Claude Monet e Van Gogh.
"A luz da colheita", de 2018, foi o quadro que escolhemos para enriquecer o nosso acervo, pela identificação com as influências do Impressionismo de Claude Monet e Van Gogh.

Adagenir é um artista cujo talento ainda está por ser reconhecido de forma condizente. Encontramos ele no Centro de Convivência Cultural de Campinas e gostaríamos de apresentá-lo ao Brasil.

Adagenir Oliveira nasceu em 1964 no sertão de Pernambuco. Ainda criança mudou-se com sua família para a cidade de Irecê, na região centro-norte da Bahia, distante 478 km de Salvador. Aos 13 anos de idade começou a se interessar por pintura, inicialmente observando as carrocerias de madeira decorada dos caminhões que ali transitavam, uma vez que não havia referências externas disponíveis no lugar.

Aos poucos ele foi tomando conhecimento de grandes mestres da pintura, sempre desenvolvendo sua Arte como autodidata, até que ingressou na Fundação Bradesco do município, onde foi incentivado por uma professora a aprofundar seus conhecimentos teóricos. Logo Adagenir passou a desenvolver pinturas com óleo sobre tela para o próprio local onde estudava, até que aos 19 anos foi transferido para a sede da instituição em Osasco, na Grande São Paulo, onde morou por meia década.

Em 1988, aos 24 anos, graduou-se em Artes Plásticas pela Belas Artes de São Paulo, aprimorando sua técnica, desde então, sem render-se aos modismos artísticos que tomaram conta da cena brasileira com os movimentos pós-modernistas. Adagenir se recusa a produzir uma Arte provocativa, disruptiva e repleta de expedientes para chocar o espectador, negando ao mesmo o prazer de admirar um trabalho calcado no talento e na entrega constante a um ofício.

"Brasileiros dançam enquanto labutam" - este poderia ser o título da pintura onde Adagenir assimila aspectos da obra de Candido Portinari em seu universo.
"Brasileiros dançam enquanto labutam" - este poderia ser o título da pintura onde Adagenir assimila aspectos da obra de Candido Portinari em seu universo.

Ao todo, já são mais de quatro décadas dedicadas à Arte em seu sentido mais nobre, que é aquele capaz de elevar o espírito do observador e conduzi-lo por sensações positivas de encanto e bem estar. Suas pinturas são alegres mesmo quando retratam cenas do cotidiano, como pessoas transitando por calçadas em grandes cidades ou trabalhando na roça. Ele faz isso sem apelar para os extremos de cores chapadas, mas suavizando os tons e abrasileirando os grandes mestres da pintura internacional, de um período que representou o auge da evolução conceitual deste tipo de Arte, situado entre meados do século XIX e meados do século XX.

Cubismo e Surrealismo se mesclam nas cores brasileiras de Adagenir, trazendo Picasso e Salvador Dali para o Trópico de Capricórnio.
Cubismo e Surrealismo se mesclam nas cores brasileiras de Adagenir, trazendo Picasso e Salvador Dali para o Trópico de Capricórnio.
Se reconhecemos as influências de gênios como Van Gogh, Claude Monet, Picasso, Salvador Dali e Candido Portinari no trabalho de Adagenir, podemos afirmar que ele desenvolveu um estilo próprio e reconhecível no conjunto da sua obra, baseado no equilíbrio das suas composições e nas temáticas tipicamente brasileiras.

Seu talento já foi reconhecido por empresas, onde Adagenir forneceu pinturas para vários departamentos. Colecionadores de Arte e mesmo pessoas de bom gosto o procuram para decorar suas casas, destinando os ambientes mais nobres para as pinturas do pernambucano que hoje mora com sua família na cidade de Jundiaí, entre Campinas e São Paulo.

Adagenir expõe sua arte na Feira Hippie que ocorre no Centro de Convivência Cultural de Campinas, aos sábados e domingos de manhã.
Adagenir expõe sua arte na Feira Hippie que ocorre no Centro de Convivência Cultural de Campinas, aos sábados e domingos de manhã.
Com todas as ótimas referências sobre seu trabalho, fomos encontrar Adagenir expondo seus quadros no Centro de Convivência Cultural de Campinas, na Feira Hippie realizada aos sábados e domingos de manhã, na Praça Imprensa Fluminense do Cambuí. Após elogiá-lo em três ocasiões distintas, finalmente resolvemos adquirir uma de suas obras, por causa da nossa identificação com "A luz da colheita".

Comentamos com Adagenir que ele era um artista de primeira grandeza, e que esperamos que algum dia um renomado crítico de Arte possa transitar por Campinas para lhe reconhecer devidamente o seu talento. Ao que parece, esses críticos preferem caminhar pela Champs-Élysées em Paris e não dão muita atenção para o interior do Brasil.

Como também somos do interior, estamos mais perto da nossa gente, que também é capaz de fazer Arte com "A" maiúsculo. Portanto, que este breve relato possa cumprir sua missão e chegar aos olhos de quem sabe valorizar um artista brasileiro.


Prestigie Adagenir:

instagram.com/adagenir
facebook.com/adagenir.oliveira
adagenir.wixsite.com/adagenir

Veja também: