Como escolher um bom terreno para construir uma casa?


O arquiteto Jean Tosetto (quem?) explana sobre a escolha de um lote para erguer uma residência.
O arquiteto Jean Tosetto (quem?) explana sobre a escolha de um lote para erguer uma residência.

São vários fatores que devem ser levados em conta na escolha de um terreno para construir uma casa. Por isso, a compra de um lote não deve ser feita de forma isolada. É bom consultar engenheiros, arquitetos, e corretores de imóveis.


Transcrição editada de vídeo publicado em 17 de maio de 2020


Olá meus amigos, aqui o arquiteto Jean Tosetto, mais uma vez, para trazer conteúdo relevante para você, que está pensando em construir sua casa. Muitas vezes você não tem nenhum terreno ainda, e eu quero te ajudar com isso.

Como escolher um bom terreno para construir uma casa?

Localização


O primeiro ponto, essencial, é você definir a localização. Você tem que pensar que vai construir uma casa na sua vida – talvez duas – mas tem que ser uma casa que servirá para você, enquanto você trabalha, e servir também quando você estiver aposentado, porque a troca de imóvel, no Brasil, não é muito alta.

Neste sentido, será que é bom depender de carro para você comprar pão ou remédio? Acredito que não. Uma boa localização para um terreno é que ele fique num loteamento ou num condomínio próximo de equipamentos urbanos essenciais, como farmácia, padaria, posto de saúde. Depender de carro não é uma boa ideia. Se você puder ir a pé, de bicicleta ou mesmo usar o transporte público, é melhor.

Loteamento aberto, fechado ou condomínio?


O segundo ponto: é importante separar o que é loteamento aberto de loteamento fechado e condomínio. O loteamento aberto seguirá as regras básicas vigentes no município. O loteamento fechado terá regras adicionais internas, mas você será dono do seu lote. Já no condomínio, você será dono de uma fração ideal.

O loteamento fechado permite que você tenha a matrícula do lote em seu nome. No condomínio, você será praticamente sócio de todos os proprietários das demais frações ideais, embora as casas construídas sobre elas sejam particulares.

Pessoalmente, optaria por um loteamento fechado se fosse para morar num lugar que tenha portaria de controle de acesso.

Padrão construtivo do entorno


O loteamento aberto não paga condomínio e não paga mensalidade. Esse também um ponto importante, que traz para qualidade: você tem que atentar para a qualidade do empreendimento, seja loteamento aberto, fechado ou condomínio.

Como é a portaria? Como é a área de lazer? Se tem ou não tem. Se houver muito equipamento de lazer num loteamento fechado, você pagará por despesas maiores, em função disso.
No loteamento aberto: como está o meio fio?  Como está o asfalto? Como estão as construções vizinhas?

Você tem que observar as construções vizinhas: qual é o padrão de acabamento delas? É compatível com o que você tem para investir? Adianta você fazer uma casa pequena num loteamento que só tem casarões? Adianta você fazer um palacete num lugar onde a maioria das pessoas mora em casas pequenas?

Talvez não seja uma boa ideia você investir no padrão errado, para o lugar errado. Você tem que se inserir naquilo que cabe no seu bolso e que você está disponível a investir, para ter pelo menos um pequeno retorno.

Regulamentos e leis locais


Partindo da qualidade você tem que analisar o regulamento. Às vezes você tem dois loteamentos, com a mesma mensagem de lote, só que os regulamentos de ambos guardam diferenças. Tem regulamento que pede recuo lateral obrigatório e o outro, não, por exemplo.

Isso é bom? Isso é ruim? O regulamento, quando é mais restritivo, parece que limita a construção. Só que ele favorece o padrão construtivo. Já o regulamento que permite muitas coisas – encostar em duas divisas, por exemplo – ele tende a gerar casas geminadas. Mesmo que você não seja do lote do seu vizinho, você se comunicará com ele por parede. Talvez isso não seja interessante.

Então, é bom estudar o regulamento para saber se dá para fazer o projeto que você quer, de acordo com as leis locais. Preste atenção nas leis vigentes no município, no código municipal de obras. Atente sobre o recuo frontal do terreno e se tiver recuos de fundos, também, entre outros aspectos, como taxa de ocupação. Isso é muito importante ser avaliado.

Declividade


Olhando especificamente para o terreno, ele terá uma declividade. Será um aclive? Será um declive? Será caído para uma lateral ou para a outra? Um terreno com um declive muito acentuado pode encarecer o projeto. Será que a solução do projeto pedirá para você fazer um muro de arrimo? Esse tipo de muro é caro.

De preferência, procure uma declividade suave. Porém, se o lote for muito plano, quase no nível da rua, você terá que fazer um aterro porque é preciso fazer a tiragem de esgoto e água da chuva. Você terá que importar terra. Então, esse é um aspecto mais técnico e seria bom consultar um(a) engenheiro(a) ou um(a) arquiteto(a), para tanto.

Cuidado com a calçada


Se o lote for pequeno, preste atenção na calçada; se ela tem um poste, uma árvore ou uma boca de lobo; porque esses componentes limitam a escolha da posição garagem, para você entrar com o carro em seu terreno.

Insolação


Enfim, são vários aspectos para observar. Não basta só prestar atenção na insolação e escolher o lote apenas pela posição do sol, embora a insolação seja importante. Eu já disse, em outro vídeo, que os dormitórios, de preferência, devem ficar para o sol da manhã.

Portanto, se você não quer dormitório na fachada da sua casa, a fachada tem que ser voltada para o sol da tarde. Nesse caso, a testada do seu lote pode ser o sol poente, a oeste, seja noroeste ou sudoeste, por exemplo. Se você deixar os dormitórios para sol da manhã, na minha opinião será mais saudável.

Tipo do solo


Então, você tem que casar a insolação com a declividade e analisar o solo. Será que o loteamento foi implantado sobre um aterro? Será que o lugar foi antigamente uma plantação de arroz? Porque, se foi isso, o solo será úmido. Neste caso, como será a fundação da obra? Você tem que analisar esses aspectos para evitar a compra de um terreno num lugar que seja um atoleiro, por exemplo, pois teria que gastar muito com o alicerce da casa.

Na verdade, comprar um terreno sozinho é complicado. Você precisa de auxílio técnico de um(a) engenheiro(a) ou de um(a) arquiteto(a), e também do auxílio de um(a) corretor(a) de imóveis para verificar a documentação, que é um ponto essencial.

Documentação


Não adianta você comprar um belíssimo terreno, por um preço muito bom, se a documentação não pode passar para o seu nome. O terreno tem que estar livre para você fazer escritura e, depois de registrar a escritura, poder atualizar a matrícula do lote em seu nome. Não esqueça desse aspecto quando você comprar um terreno para construir.

Já falei (escrevi) demais. Vou me despedir por aqui, hoje. Um grande abraço e até a próxima.


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As Dez Maiores Bolhas de Todos os Tempos


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A crise mundial de 2020, provocada pela Pandemia do Coronavírus, foi deflagrada por uma questão de saúde que contaminou os mercados globais. No entanto, outras crises importantes, nos últimos cinco séculos, foram provocadas por bolhas financeiras ou imobiliárias. Compreender o cenário e o desenvolvimento de cada uma rende lições importantes que preparam os investidores para o enfrentamento de crises futuras, que sempre trazem ensinamentos para a posteridade.

Sinopse


Muitos livros sobre investimentos, nos mercados financeiro e imobiliário, são escritos sob o viés das fórmulas positivas, que são propostas para os investidores encurtarem o caminho rumo à independência financeira. Este livro será diferente. Desta vez contaremos como ocorreram as dez bolhas e manias que, sob o nosso ponto de vista, mais afetaram a história econômica e financeira da humanidade, após o período conhecido como a Renascença.

Em suma, vamos relatar coisas que deram errado, pois acreditamos que os erros também são ótimos professores. A humanidade aprende com os próprios erros e evolui quando supera suas consequências.

Neste livro, vamos desvendar as razões que levaram à formação de manias e bolhas, bem como os fatos que desencadearam as suas explosões. Não faremos isso para assustar os leitores, mas para demonstrar como o mercado de capitais tem evoluído ao longo dos últimos 500 anos, se firmando como opção segura para milhares de pessoas que, atualmente, confiam seu futuro financeiro às melhores empresas de capital aberto e aos fundos de investimentos das principais economias do planeta.

Ao final, vamos propor formas de evitar os estragos causados por bolhas e manias. Acidentes continuarão acontecendo, mas a cada dia que passa aumentam os meios para evitá-los ou diminuir suas consequências.

O mundo está repleto de investidores calvos (ou de cabelos grisalhos), que passaram incólumes pelas últimas cinco Bolhas retratadas aqui.

Todos eles são testemunhas de que, apesar da volatilidade do curto prazo e dos eventos trágicos que vitimizam os desavisados, no longo prazo os investimentos fundamentados são altamente rentáveis e sólidos, capazes de atravessarem as mais duras crises que assolarão o mundo novamente.

Sobre o autor


Tiago Reis (1985) é formado em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas em São Paulo. Acumula experiências no mercado financeiro desde 2001 e foi sócio-fundador da Set Investimentos. Fundou a Suno Research em outubro de 2016.

Sobre o editor


Jean Tosetto (1976) é arquiteto e urbanista graduado pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Tem escritório próprio desde 1999. O autor e editor de livros é adepto do Value Investing e colabora com a Suno Research desde janeiro de 2017.

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O papel do arquiteto em um novo mundo

Jean Tosetto (quem?) no dia da gravação do vídeo sobre o papel do arquiteto em um novo mundo. Clique na imagem para acessar o canal no YouTube.
Jean Tosetto (quem?) no dia da gravação do vídeo sobre o papel do arquiteto em um novo mundo. Clique na imagem para acessar o canal no YouTube.

O ano de 2020 está sendo desafiador para a humanidade. Os arquitetos, urbanistas e engenheiros não podem ficar de fora desta grande oportunidade de reordenamento das prioridades, incluindo as moradias e grandes cidades. Está é a transcrição adaptada de um vídeo gravado no dia 05 de abril.

Por Jean Tosetto


Olá meus amigos, proponho uma breve reflexão sobre como será o mundo depois que a Pandemia do Coronavírus passar – e você não será mais orientado a ficar dentro de casa. Mas, enquanto você está dentro de casa, vamos prestar atenção no lugar onde moramos.

A gente vê na televisão e na Internet entrevistarem médicos e economistas. Porém, muitos esquecem de conversar com os arquitetos, urbanistas e engenheiros civis, que são aqueles profissionais que estão diretamente relacionados com os projetos das casas e das cidades.

A sua casa é bem ventilada? Ela tem ventilação natural? Sua casa tem iluminação natural? O seu arquiteto ou o seu engenheiro se preocupou com isso no projeto? Ou você fez na sua casa sem projeto?

Muitas pessoas constroem sem projeto. É uma pena, mas acontece. A gente respeita essa decisão porque é uma questão de necessidade na maioria dos casos. Então nós, arquitetos e engenheiros: como podemos resolver os problemas das pessoas que não têm condições de pagar por um bom profissional?

Como podemos melhorar nossas casas? Será que a gente tem os arquitetos empenhados nisso, como temos psicólogos dispostos a conversar de graça com as pessoas, neste momento?

Casa organizada suaviza a rotina


Como você pode melhorar a sua casa? Minha recomendação é que olhe para tudo aquilo que você tem e que está ocupando espaço desnecessariamente. Papéis, contas que você pagou há mais de cinco anos: dê embora ou mande reciclar.

De repente a sua criança cresceu e você tem muitos brinquedos guardados, sendo que há crianças precisando de uma distração neste momento. Está na hora de você limpar os brinquedos e doar para outras famílias, para deixar outras crianças felizes.

Você deve ter coisas que você não usa mais, como roupas velhas, por exemplo. Está na hora de deixar outra pessoa vestindo seu casaco. Então, você perceberá que a sua casa vai ficar mais leve e a sua rotina vai ficar mais suave. Sua cabeça também vai ficar mais leve.

Em casa, nós estamos redescobrindo o prazer ou a necessidade de cozinhar o próprio almoço. Então, você tem que organizar a sua cozinha, para que sua esposa – ou você mesmo – prepare as refeições, que terão um sabor diferente, tenha certeza disso.

Quem sabe você tem um violão guardado atrás do armário, por causa da Internet e suas facilidades, esqueceu de tocar – de repente uma corda arrebentou, mas você poderá voltar a produzir novos acordes.

Quem sabe teremos uma leva de novos artistas, não mais para falar de balada ou de curtição, mas para propor músicas que nos façam refletir, como antigamente os compositores faziam.

Nossa cidade também é da nossa conta


Resolvemos o problema da nossa casa? São vários e não vamos resolver em cinco minutos. Mas vamos tratar agora das nossas cidades. Onde estão os urbanistas para bradar aos quatro ventos que precisamos de cidades melhores?

Veja o caso São Paulo. Tem gente que mora na periferia e precisa trabalhar no centro, pois exerce uma atividade essencial. São pessoas que entram em coletivos lotados e ficam duas horas no trânsito para poder trabalhar.

Será que a cidade poderia agir para melhorar isso? Claro que sim! Será que não podemos ter uma cidade onde moradias e trabalhos possam estar mesclados no tecido urbano, ou seja, se entrelaçando melhor? Podemos!

Para tanto, temos de consultar os urbanistas. Nessas horas onde eles estão? Estão nas faculdades? Estão nos sindicatos ou conselhos profissionais? Queremos respostas. Estamos falhando nisso porque sou arquiteto e urbanista. Sei disso. Nós estamos omissos nessa questão.

O Brasil é um país que não investe em saneamento básico. Então, os engenheiros civis precisam pressionar a sociedade e os políticos, para voltarmos a investir em saneamento básico. Se bem que a gente nunca investiu nisso para valer.

Ironicamente, nesta pandemia as pessoas são orientadas para lavarem as mãos e muita gente não tem água na torneira. Isso é um absurdo! O Brasil não fez a lição de casa. Entrementes, neste novo mundo que está para nascer, vamos respeitar, sim, os médicos e os economistas, mas vamos também ouvir mais os engenheiros, arquitetos e urbanistas.

O amanhecer de um novo tempo


O mundo será melhor. Vejo questões que estão sendo levantadas neste momento. O mundo estava ficando sem fronteiras: isso era o sonho de muita gente. Porém, um mundo sem fronteiras é um mundo onde as pandemias ocorrem mais facilmente. Então, como estão levantando barreiras sanitárias, acredito que elas ficarão por mais tempo.

O mundo voltará a ter mais fronteiras para restringir a o livre trânsito de pessoas e mercadorias. Não estou afirmando que isso é uma vontade minha: é apenas uma constatação.

Percebo também que finalmente valorizaremos o trabalho dos cientistas, que neste momento estão pesquisando remédios e vacinas para cura do Coronavírus. Temos, ainda, técnicos desenvolvendo equipamentos mais baratos e práticos para construir ventiladores mecânicos.

Portanto, a ciência tem a sua importância. Ela é muito mais importante do que o esporte e do que a indústria do entretenimento, pura simplesmente, que geram falsos heróis na sociedade: são pessoas que podem ser excelentes, mas que não possuem as respostas para necessidades vitais que nós temos.

Nada contra o atleta do futebol, que ganha milhões, mas nesse momento ele não tem respostas para nossos problemas. Por isso, temos que dar mais valor para cientistas anônimos, que muitas vezes passam anos da faculdade e não recebem o devido reconhecimento.

Ciência e crença


Nós também voltaremos a valorizar o lado espiritual. Cada um tem a sua religião, mas muitos esqueceram do lado transcendental. Sei que há muitas pessoas, agora, perguntando onde estará Deus. Não tenho a resposta, pois não sou teólogo. Porém, acho importante que você faça essa pergunta e acho importante que você procure por uma resposta.

No entanto, se você procurar ela onde todo mundo está procurando – nos mesmos sites, nas mesmas entrevistas, nas mesmas notícias repetitivas – de repente você não encontrará essa resposta.  Logo, você precisa de um tempo para você mesmo, dentro da sua casa, para reativar o seu lado espiritual e, ao mesmo tempo, respeitar o trabalho dos cientistas.

Essa ambiguidade é interessante. É por isso que acredito que teremos um mundo melhor em breve. É complicado falar isso no olho do furacão. Entretanto, esse é o papel de um arquiteto que pensa o futuro.

Espero que você faça sua própria reflexão e que possamos, juntos, seguir nessa jornada que está só começando.

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Cultivando Rendimentos: Reflexões para buscar a independência financeira no longo prazo

Cultivando Rendimentos: Reflexões para buscar a independência financeira no longo prazo
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O que é mais fácil: trazer a complexidade da Bolsa para os leigos ou levar os conceitos do cotidiano para a Bolsa? Poucos brasileiros já compraram ações na vida, mas muitos já caminharam na beira do mar ou já tentaram fazer uma criança comer brócolis, por exemplo. É deste modo que Jean Tosetto apresenta o universo do mercado de capitais para o público em geral: tecendo analogias que facilitam a compreensão de aspectos que, se descritos de modo meramente técnico, seriam pouco atrativos. Este livro tem como foco a filosofia previdenciária mediante a obtenção recorrente de renda passiva.

Sinopse


Depois de colaborar com Tiago Reis em dois livros promissores sobre educação financeira e investimentos em renda variável (“Guia Suno Dividendos” e “Guia Suno de Contabilidade para Investidores”), Jean Tosetto apresenta uma antologia de artigos publicados nas páginas da Suno Research entre janeiro de 2017 e maio de 2019.

Ao fim de cada um dos 28 artigos selecionados e organizados em ordem temática progressiva, o autor incorpora um memorando inédito, que sintetiza um passo a mais na jornada proposta ao leitor, rumo à independência financeira.

Para tanto, ele não se limita a tratar de números, fórmulas e indicadores fundamentalistas. Porém, através de analogias e referências históricas, geográficas e literárias, traz os principais conceitos do mercado financeiro (como margem de segurança e diversificação) ao alcance daqueles que jamais cogitaram comprar ações de empresas e cotas de fundos imobiliários.

São os proventos gerados por estes ativos disponíveis em Bolsa de Valores que aumentam progressivamente a renda passiva do investidor, ou seja, a renda recebida sem a necessidade de trabalhar.

É justamente através da renda passiva proveniente de ações de empresas e cotas de fundos imobiliários (devidamente reinvestida para acionar o poder dos juros compostos) que os brasileiros podem atingir a plena aposentadoria, a despeito de eventuais reformas previdenciárias a serem propostas pelos governantes.

Para Tosetto, “um investidor não deve buscar apenas aumento de seu patrimônio monetário, mas também seu crescimento pessoal durante este processo”.

Em razão disso, “Cultivando Rendimentos” é um livro que recorre a ensinamentos filosóficos ao considerar que o leitor – e investidor em potencial – não é alguém que apenas completa as estatísticas do mercado, operando um Home Broker friamente. Ao contrário: “o investidor é um sujeito carregado de valores morais e crenças que ele desenvolveu ao longo da vida. É preciso saber até que ponto isso ajuda ou atrapalha em seu desempenho nos investimentos”.

Sobre o autor


Jean Tosetto (1976) é arquiteto e urbanista graduado pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Tem escritório próprio desde 1999. O autor e editor de livros é adepto do Value Investing e colabora com a Suno Research desde janeiro de 2017.

Sobre o prefaciante


Tiago Reis (1985) é formado em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas em São Paulo. Acumula experiências no mercado financeiro desde 2001 e foi sócio-fundador da Set Investimentos. Fundou a Suno Research em outubro de 2016.

Vídeo de apresentação




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